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Doação de órgãos: atitude e conhecimento da equipe de enfermagem em terapia intensiva cirúrgica
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Palavras-chave

Conhecimento
Enfermagem
Doação de Órgãos e Tecidos
Morte Encefálica
Unidades de Terapia Intensiva
Capacitação Profissional

Como Citar

1.
Souza GM de, Marques DM, Delphino TM, Guimarães TCF, Gonçalves RR, Leite R, Torres Dias da Cruz LG. Doação de órgãos: atitude e conhecimento da equipe de enfermagem em terapia intensiva cirúrgica. Glob Acad Nurs [Internet]. 21º de maio de 2026 [citado 25º de maio de 2026];7(2):e564. Disponível em: https://globalacademicnursing.com/index.php/globacadnurs/article/view/710

Resumo

Avaliou-se o conhecimento de profissionais de enfermagem atuantes em terapias intensivas cirúrgicas de um hospital universitário sobre o processo de doação de órgãos e tecidos para transplantes e a influência do perfil e do conhecimento na autopercepção como doadores. Estudo transversal, quantitativo, com 62 profissionais de duas unidades de terapia intensiva cirúrgica no Rio de Janeiro. Utilizou-se questionário estruturado para avaliar variáveis sociodemográficas, profissionais, atitudes e conhecimento sobre o processo de doação. Os dados foram analisados por estatística descritiva, testes t de Student, Anova e Qui-quadrado. A amostra foi predominantemente feminina (80,33%), com 45,16% entre 25 e 34 anos e 46,77% de técnicos de enfermagem. A maioria (81,97%) considerou-se doadora. O conceito de morte encefálica foi corretamente compreendido por 98,39%, porém a faixa etária para doação apresentou menor acerto (66,13%). Não houve diferença significativa nos escores de conhecimento entre as características sociodemográficas e profissionais; contudo, escolaridade (p=0,013) e profissão (p=0,004) associaram-se à autopercepção como doador. Observou-se bom nível de conhecimento geral, com lacunas pontuais sobre a faixa etária para doação. A associação entre escolaridade, profissão e intenção de doar evidencia a necessidade de educação contínua para fortalecer a cultura da doação e qualificar a prática profissional.

https://doi.org/10.5935/2675-5602.20200564
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